Caroa amigos, para complarem aqui vos deixo imagens do CARNAVAL DE ESTREMOZ de 2013:
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domingo, 17 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
CARNAVAL DE ESTREMOZ - 2011
Realizam-se nos próximos dias 6 e 8 de Março, pelas 15 horas, os desfiles do CARNAVAL DE ESTREMOZ - 2011.
Não faltem.
Não faltem.
Foto: Carnaval de Estremoz - 2009 (José Capitão Pardal)
Caros amigos e leitores
Aproveitem o fim de semana, desloquem-se a Estremoz e acompanhem o seu Carnaval.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Rede tecnológica arranca no Alentejo
In iGOV de 2011-01-13
Mais de vinte entidades do Alentejo e da Lezíria do Tejo uniram esforços para construir uma rede regional de ciência e tecnologia, co-financiada por fundos comunitários.
Mais de vinte entidades do Alentejo e da Lezíria do Tejo uniram esforços para construir uma rede regional de ciência e tecnologia, co-financiada por fundos comunitários.
A iniciativa, cujo investimento ronda os 41,8 milhões de euros, destina-se a fomentar parcerias entre entidades científicas e empresarias, numa aliança que envolve 21 entidades, entre elas a Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo (ADRAL), que irá liderar o consórcio.
Segundo avança a Agência Lusa, o Programa Estratégico do Sistema Regional de Transferência de Tecnologia (SRTT) resulta de uma candidatura aprovada no âmbito do Programa Operacional do Alentejo, InAlentejo.
Para dia 26 está prevista a assinatura do protocolo de financiamento do SRTT na Universidade de Évora, uma cerimónia que deve ser presidida pelo ministro da Economia, Vieira da Silva.
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terça-feira, 4 de janeiro de 2011
INICIATIVA TRANSFRONTERIZA PARA POTENCIAR EL OCIO DE CALIDAD EN LA RAYA
Extremadura y Alentejo, paraíso de ´slow cities´
Un estudio elaborado por la Consejería de Agricultura propone crear una marca innovadora para fomentar el turismo sin prisas.
11/08/2010 REDACCION (Hoy.es)
Vender Extremadura y el Alentejo portugués como lugares donde disfrutar de cada minuto sin prisas.
Esta es la finalidad de las slow cities , un sello que certifica a las poblaciones donde se lleva una vida tranquila y con el que se pretende dinamizar el panorama social, cultural y económico del medio natural a ambos lados de la frontera a través del turismo.
Para ello, previamente la Consejería de Agricultura y Desarrollo Rural ha desarrollado un estudio para identificar las actividades de ocio y tiempo libre predominantes en el medio rural de toda la región y el Alentejo gracias al Programa de Cooperación Transfronteriza España-Portugal 2007-2013.
Su propuesta es crear slow cities --ciudades lentas--, donde se da preferencia a la tranquilidad, y fomentar agencias y escuelas de turismo activo, que ya han experimentado otras comunidades autónomas.
También se plantea la creación de centros acuáticos activos, de una red extremeña y alentejana de espacios ornitológicos, centros multiaventuras, parques de aventuras en los árboles o incluso impulsar una red de barrancos, entre otras, aprovechando el patrimonio natural de las zonas implicadas.
DIAGNOSTICO PREVIO Previo a estas conclusiones para impulsar el turismo de forma innovadora, la consejería ha realizado un diagnóstico completo de la situación, la oferta y la demanda que ha servido para conocer el perfil de este sector empresarial y la tipología de sus clientes, entre otros aspectos.
Además, se ha llevado a cabo un análisis de las potencialidades de los territorios implicados a la hora de implantar y desarrollar nuevos proyectos, así como de las experiencias innovadoras que se puedan emprender.
El turismo ornitológico, de naturaleza y multiaventuras y las actividades acuáticas son, según este diagnóstico, las actividades estrella de la oferta y la demanda turística en ambas regiones.
De hecho, recoge el análisis, en más del 50% de las empresas extremeñas la oferta de actividades y servicios de turismo activo y ocio y tiempo libre está integrada principalmente por talleres de naturaleza para niños, observación de aves y senderismo.
En el caso del Alentejo, junto con el senderismo, las actividades que cobran más protagonismo son piragüismo, orientación, multiaventuras y rutas en bicicleta.
En cuanto al perfil de los empresarios de turismo activo y ocio, en ambos territorios se trata principalmente de hombres de entre 36 y 50 años de edad y con un nivel de formación medio alto, como menor especialización en Extremadura frente a la zona portuguesa.
Fijándonos en la clientela, son en su mayoría grupos de amigos, familiares, escolares y parejas de entre 18 y 35 años los que más se interesan por estas actividades.
En el 87,5% de los casos son de procedencia nacional.
Todos estos resultados y conclusiones servirán de documento guía para todas aquellas administraciones y empresas del sector ya existentes así como para todas las personas emprendedoras del medio rural extremeño y luso, que quieran desarrollar una actividad empresarial en este sector.
Además de estas propuestas innovadoras, el estudio propone seguir apostando por el valor turístico de otros elementos de la región tan conocidos como la Vía de la Plata, las Vías Verdes, el Parque Nacional de Monfragüe o el Centro Internacional de Innovación Deportiva en el Medio Natural El Anillo, poniendo en valor todos aquellos espacios que son de interés en la materia y ofertando actividades ligadas a estos lugares emblemáticos.
El desarrollo de esta iniciativa se ha llevado a cabo en el marco del proyecto Deméter, puesto en marcha en colaboración con la Agencia de Desarrollo Regional del Alentejo (Adral), cofinanciado con fondos Feder y dentro del Programa de Cooperación Transfronteriza España-Portugal 2007-2013 (Poctep).
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domingo, 12 de dezembro de 2010
Regionalização: 5 federações assinam "Declaração de Évora"
Com a "Declaração de Évora", mais um passo foi dado na inevitabilidade constitucional de realizar a Regionalização.
E que tornará o Portugal da segunda década do século XXI, mais democrático, mais justo, mais culto, mais competente, mais rico e desenvolvido, enfim um Portugal Regionalizado e com uma única Região Alentejo.
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Regionalização: PS Algarve nas 5 federações que assinam "Declaração de Évora"
12-12-2010 15:41:00 in "Observatório do Algarve"
Os presidentes de cinco federações distritais do PS, entre eles Miguel Freitas, do Algarve, subscreveram hoje um documento em que apontam a reforma do Estado e administração pública, incluindo a regionalização, como “um dos instrumentos principais para superar a crise”.
O documento foi assinado pelos presidentes das federações distritais socialistas de Évora, Portalegre, Porto, Algarve e Setúbal, respetivamente, Capoulas Santos, Jorge Martins, Renato Sampaio, Miguel Freitas e Vítor Ramalho.
A iniciativa, intitulada “Declaração de Évora”, surge no âmbito de um fórum dedicado à regionalização e à interioridade, que terminou hoje naquela cidade alentejana, promovido pela Juventude Socialista (JS) e pela Federação Distrital de Évora do PS.
Em declarações à Agência Lusa, à margem do seminário, Capoulas Santos assegurou que o encontro e a “Declaração de Évora” pretendem “recolocar o problema da regionalização na agenda política regional e nacional”.
Os subscritores do documento, explicou, propõem-se a “estabelecer uma plataforma de diálogo e de troca de informações permanente, cujo primeiro objetivo é, naturalmente, debater as questões políticas e tendo como prioridade o combate à crise económica e financeira”, disse.
Os cinco líderes federativos do PS consideram ainda que “um dos instrumentos principais, precisamente, para contribuir para superar a crise é a reforma do Estado e da administração, incluindo a regionalização”, afirmou.
“Entendemos que é possível, com uma administração reformada, mais eficaz e próxima dos cidadãos, racionalizar recursos, ser mais eficazes e reduzir despesa pública”, argumentou Capoulas Santos.
Segundo o líder da Federação Distrital de Évora, que é também vice-presidente da Comissão Política do PS, este documento em prol da regionalização vai, agora, ser alargado aos 21 presidentes de federação distritais e regionais do partido.
“Este é o primeiro passo para que a componente regionalista do partido assuma uma posição mais forte no seio” do PS, que lhe permita “liderar e recolocar na agenda este importante tema da regionalização”, frisou.
Seguidamente, Capoulas Santos pretende que “este movimento transvaze para a sociedade”, assumindo que vai procurar “estabelecer contactos com os demais partidos políticos e com cidadãos e organizações da sociedade”.
O objetivo é promover “um debate sereno, tranquilo, que permita recolocar o tema na agenda e criar condições para o referendo”. Sobretudo, acrescentou, procurando que “esse referendo tenha condições de ganhar por larga expressão”.
“Estamos convictos de que os problemas da crise económica e financeira, das assimetrias e da interioridade, podem resolver-se com uma administração mais reduzida, mais eficaz, mas reformulada.
A criação das regiões implicaria, desde logo, uma redução drástica do Governo central”, disse.
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quarta-feira, 11 de agosto de 2010
INICIATIVA TRANSFRONTERIZA PARA POTENCIAR EL OCIO DE CALIDAD EN LA RAYA
Sem comentários
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11/08/2010 REDACCION (El Periódico Extremadura)
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Extremadura y Alentejo, paraíso de ´slow cities´
Un estudio elaborado por la Consejería de Agricultura propone crear una marca innovadora para fomentar el turismo sin prisas.
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| Un hombre disfruta de un día de pesca en una garganta extremeña. Foto:E. P. Edición impresa en PDF |
Vender Extremadura y el Alentejo portugués como lugares donde disfrutar de cada minuto sin prisas. Esta es la finalidad de las slow cities , un sello que certifica a las poblaciones donde se lleva una vida tranquila y con el que se pretende dinamizar el panorama social, cultural y económico del medio natural a ambos lados de la frontera a través del turismo. Para ello, previamente la Consejería de Agricultura y Desarrollo Rural ha desarrollado un estudio para identificar las actividades de ocio y tiempo libre predominantes en el medio rural de toda la región y el Alentejo gracias al Programa de Cooperación Transfronteriza España-Portugal 2007-2013.
Su propuesta es crear slow cities --ciudades lentas--, donde se da preferencia a la tranquilidad, y fomentar agencias y escuelas de turismo activo, que ya han experimentado otras comunidades autónomas. También se plantea la creación de centros acuáticos activos, de una red extremeña y alentejana de espacios ornitológicos, centros multiaventuras, parques de aventuras en los árboles o incluso impulsar una red de barrancos, entre otras, aprovechando el patrimonio natural de las zonas implicadas.
DIAGNOSTICO PREVIO - Previo a estas conclusiones para impulsar el turismo de forma innovadora, la consejería ha realizado un diagnóstico completo de la situación, la oferta y la demanda que ha servido para conocer el perfil de este sector empresarial y la tipología de sus clientes, entre otros aspectos. Además, se ha llevado a cabo un análisis de las potencialidades de los territorios implicados a la hora de implantar y desarrollar nuevos proyectos, así como de las experiencias innovadoras que se puedan emprender.
El turismo ornitológico, de naturaleza y multiaventuras y las actividades acuáticas son, según este diagnóstico, las actividades estrella de la oferta y la demanda turística en ambas regiones. De hecho, recoge el análisis, en más del 50% de las empresas extremeñas la oferta de actividades y servicios de turismo activo y ocio y tiempo libre está integrada principalmente por talleres de naturaleza para niños, observación de aves y senderismo. En el caso del Alentejo, junto con el senderismo, las actividades que cobran más protagonismo son piragüismo, orientación, multiaventuras y rutas en bicicleta.
En cuanto al perfil de los empresarios de turismo activo y ocio, en ambos territorios se trata principalmente de hombres de entre 36 y 50 años de edad y con un nivel de formación medio alto, como menor especialización en Extremadura frente a la zona portuguesa. Fijándonos en la clientela, son en su mayoría grupos de amigos, familiares, escolares y parejas de entre 18 y 35 años los que más se interesan por estas actividades. En el 87,5% de los casos son de procedencia nacional.
Todos estos resultados y conclusiones servirán de documento guía para todas aquellas administraciones y empresas del sector ya existentes así como para todas las personas emprendedoras del medio rural extremeño y luso, que quieran desarrollar una actividad empresarial en este sector.
Además de estas propuestas innovadoras, el estudio propone seguir apostando por el valor turístico de otros elementos de la región tan conocidos como la Vía de la Plata, las Vías Verdes, el Parque Nacional de Monfragüe o el Centro Internacional de Innovación Deportiva en el Medio Natural El Anillo , poniendo en valor todos aquellos espacios que son de interés en la materia y ofertando actividades ligadas a estos lugares emblemáticos.
El desarrollo de esta iniciativa se ha llevado a cabo en el marco del proyecto Deméter, puesto en marcha en colaboración con la Agencia de Desarrollo Regional del Alentejo (Adral), cofinanciado con fondos Feder y dentro del Programa de Cooperación Transfronteriza España-Portugal 2007-2013 (Poctep).
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sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Inovação - 'TurmaMais' reduz em um terço o insucesso escolar
Um destaque para Estremoz, pelo qual todos temos que nos congratular, em especial, a comunidade escolar de Estremoz.
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Inovação
'TurmaMais' reduz em um terço o insucesso escolar
por PATRÍCIA JESUS (DN Online) 2010/08/06
Projecto conseguiu diminuir retenções em 60 das 65 escolas onde foi aplicado.
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Inovação
'TurmaMais' reduz em um terço o insucesso escolar
por PATRÍCIA JESUS (DN Online) 2010/08/06
Projecto conseguiu diminuir retenções em 60 das 65 escolas onde foi aplicado.
Durante o ano passado todos os alunos do 7.º ano da escola Lima de Freitas, em Setúbal, passaram por uma turma a mais - primeiro os melhores, depois aqueles com mais dificuldades e em seguida os de nível médio.
O projecto tem como objectivo reduzir o insucesso escolar e os resultados "superaram as expectativas", diz a directora adjunta Eduarda Fidalgo - ou seja, fizeram cair em mais de um terço as retenções no 7.º ano. O mesmo se passou em 60 das 65 escolas que este ano aplicaram o modelo "TurmaMais".
Os dados foram avançados ao DN pelo coordenador do projecto, José Verdasca. No início do ano, o modelo - desenvolvido na escola secundária rainha Santa Isabel, em Estremoz, desde 2002 - foi alargado a 65 escolas. O "contrato" que assinaram com o ministério implicava conseguirem reduzir os chumbos em pelo menos um terço, por comparação com os quatro anos anteriores.
E "a grande maioria conseguiu", assegura José Verdasca.
Como é que funciona o "TurmaMais"? A escola cria literalmente uma turma a mais no ano em que aplica o modelo. Ou seja, na escola Lima de Freitas, por exemplo, foi criada uma sexta turma no 7.º ano, por onde passaram os alunos das outras cinco.
No início do ano, durante seis semanas, a "TurmaMais" é ocupada pelos melhores alunos. "Os pais e os miúdos reagiram muito bem, gostaram da ideia", garante a professora Eduarda Fidalgo.
O facto de a turma extra começar com os melhores alunos permite "desmistificar a ideia de que é para os maus", indica a professora Elsa Santos, que coordenou o projecto na escola José Afonso, no Seixal (ver caixa).
E puxar por eles de forma mais adequada aos seus conhecimentos e capacidades.
Enquanto isso, nas turmas originais, os professores também têm oportunidade de prestar mais atenção aos restantes alunos.
"As turmas acabam por ficar mais pequenas e mais homogéneas", explica Elsa Santos.
Nas seis semanas seguintes são os alunos com mais dificuldades que passam pela "TurmaMais", onde são aplicados planos de recuperação.
Seguem-se os estudantes de nível médio - os de 4 e 3 (no básico as classificações vão do 1 ao 5). E no terceiro período são convidados a participar aqueles que estão em risco de chumbar e mostram vontade de recuperar.
Na maior parte das escolas este modelo foi aplicado ao 7.º ano e em algumas no 5.º, por serem anos de mudança de ciclo, marcados por elevados números de insucesso.
E muitas usaram um modelo simplificado, explica José Verdasca. Ou seja, só "para as disciplinas mais críticas, como Matemática e Português".
Na escola de Estremoz onde o projecto foi desenvolvido, com o apoio da Universidade de Évora, era usado para todas.
Mesmo assim o s resultados são muito positivos, considera o coordenador, que e é também director regional de Educação do Alentejo.
No entanto, as escolas que não atingiram as metas acordadas são excluídas do programa.
O DN falou com um professor de um desses estabelecimentos, que lamenta não terem mais tempo para desenvolver o projecto. "Há um caminho que tem de ser percorrido dos dois lados e este projecto faz com que seja mais fácil para os alunos fazerem esse caminho, mas eles têm que fazer a parte deles.
E tivemos um grupo muito complicado, muito hostil a qualquer tipo de solução", explica.
Mas o professor reconhece potencial a este modelo. "No balanço que fizemos com os alunos, aqueles que tinham mais dificuldades salientaram que, pela primeira vez, conseguiam participar nas aulas.
Nas turmas de origem, os melhores alunos antecipam-se a responder às perguntas e eles têm vergonha de pôr dúvidas ou de dizer que não perceberam."
Há outras iniciativas do género a decorrer nas escolas de norte a sul do País, no âmbito do programa Mais Sucesso, que envolveu cerca de 12 mil alunos no último ano (ver caixa em cima).
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segunda-feira, 19 de julho de 2010
ETAR’s da Orada e Nora de Borba concluídas
Sem mais comentários, aqui vos deixo a notícia inserta no jornal online "Alentejopress", de 2010/07/16, sobre a conclusão das ETAR’s da Orada e Nora do concelho de Borba.
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As obras de construção das Estações de Tratamento de Águas Residuais de Orada e Nora, concelho de Borba, foram concluídas pela empresa Águas do Centro Alentejo, S.A., num investimento de 513 mil euros.
Estas obras decorreram no âmbito da empreitada de Concepção/Construção do 3.º Grupo de Pequenas Instalações de Tratamento de Águas Residuais do Centro Alentejo, candidatada ao QREN no âmbito do Programa Operacional Temático Valorização do Território.
A ETAR de Orada destina-se ao tratamento de efluentes produzidos por 389 habitantes, com uma fossa séptica constituída por três compartimentos, sendo que o primeiro apresenta uma volumetria de 158 m3, o segundo e terceiro compartimento têm um volume de 79 m3. A execução desta obra corresponde a um investimento de 321 mil euros. A descarga do efluente final tratado terá lugar na Ribeira de Alcaraviça.
A ETAR da Nora destina-se ao tratamento de efluentes produzidos por 620 habitantes, e as obras incidiram na construção de uma nova obra-de-entrada e impermeabilização das três lagoas com um sistema de telas, num investimento de 192 mil euros. A descarga do efluente final tratado terá lugar na ribeira de Santiago.
Estas Instalações de Tratamento de Águas Residuais irão garantir não só o cumprimento dos requisitos legais respeitantes à rejeição final de efluentes domésticos, mas, acima de tudo, a preservação dos recursos hídricos das localidades onde se inserem, segundo informa a Câmara Municipal.
Com a conclusão destas duas obras, o concelho de Borba conta actualmente com três novas ETAR's, depois da renovação da ETAR de Borba, e espera-se iniciar brevemente a remodelação da ETAR de Rio de Moinhos, ficando totalmente dotado de novas infra-estruturas a nível do sistema de saneamento.
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sexta-feira, 9 de julho de 2010
A Regionalização
Parece que existe a intenção de recolocar na agenda política o tema da "Regionalização".
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A Comissão Coordenadora Regional do Norte e o Conselho Regional do Norte organizaram esta semana, no Porto, uma conferência sobre o contributo da regionalização do continente para o desenvolvimento económico do País.
A iniciativa visa claramente repor a regionalização administrativa na agenda política. O seu principal mérito é o de chamar a atenção para que a regionalização do continente constitua o único capítulo da Constituição portuguesa, que, ao fim de trinta e quatro anos, permanece integralmente por concretizar.
Naturalmente que não é por a Constituição o prever que, por si só, o processo de regionalização vai avançar.
Mas, de alguma forma, o facto de este capítulo da nossa Lei Fundamental permanecer como o único em que existe uma efectiva omissão integral de aplicação merece uma clarificação por parte dos agentes políticos.
Na realidade, ao estarmos a aproximar-nos de um período de revisão constitucional, conviria que os partidos políticos clarificassem as suas intenções: ou bem que existe uma vontade de desencadear um debate que permita um consenso amplo sobre a criação das regiões administrativas no continente, ou bem que, não havendo, seria imprescindível que se percebesse, ao menos, qual o significado de manter na Constituição um objectivo que não beneficia de uma intenção concretizadora suficientemente consistente.
Sou dos que pensam que o objectivo constitucional se justifica em nome do combate às ineficiências do centralismo e na potenciação das sinergias que decorrem de uma criteriosa aplicação do princípio da subsidiariedade na racionalização da organização da Administração do Estado.
Mas tenho também consciência de que o processo nasceu de algum modo inquinado, o que resulta claro do debate e do próprio resultado do referendo levado a cabo em 1998!
Já se percebeu que este tema pode ser tratado de forma racional, equacionando os prós e os contras das várias soluções possíveis, ou então ele será de novo prisioneiro de medos e fantasmas agitados em nome da pequenez do País, dos riscos de fracturas localistas ou das ameaças à coesão nacional.
A regionalização não é propriedade de ninguém nem constitui uma arma de arremesso contra quem quer que seja.
Os valores que lhe subjazem assentam numa análise criteriosa das vantagens de organizar a desconcentração dos serviços do Estado em função das cinco regiões que servem hoje de base ao planeamento económico.
As regiões justificam-se, assim, em nome do valor acrescentado da escala (supramunicipal) e da proximidade em relação aos destinatários das decisões.
A criação de um nível administrativo intermédio entre o nível municipal e o nível estadual pode e deve ser um instrumento de racionalização da desconcentração dos serviços centrais e de ordenamento da descentralização, entendida esta como transferência de poderes para instâncias decisórias mais próximas dos cidadãos.
Neste particular, o desafio consiste em clarificar as formas de articulação das regiões a criar com o associativismo intermunicipal já existente e com a realidade das grandes áreas metropolitanas que existem no território de várias das potenciais futuras regiões.
Por isso, o quadro de atribuições e de competências das regiões administrativas que foi definido por lei em 1991 deve ser submetido a uma rigorosa reavaliação, de modo a torná-lo conforme com a evolução entretanto verificada.
Esse será, decerto, o primeiro passo necessário para desencadear o debate sobre a regionalização.
Em paralelo, removido que está o obstáculo que constituiu, em 1998, um mapa das regiões que suscitou mais reservas que adesão, trabalhando na base do processo de desconcentração administrativa levado a cabo nos últimos anos em torno do modelo das cinco regiões, importa fazer a pedagogia das vantagens da regionalização sem precipitações e de forma sustentada.
Só assim será possível demonstrar que, para além dos constrangimentos imediatos da crise económica e financeira, existe um rumo de reforma estrutural da organização do Estado que não se confina apenas aos ditames do corte da despesa pública!
António Vitorino
publicado a 2010-07-09 às 01:30, pelo DN Online
terça-feira, 20 de abril de 2010
Sporting - Paulo Sérgio vai suceder a Carvalhal
Sem mais comentários vos deixo a notícia veiculada pelo "Diário de Notícias", sobre a contratação do estremocense Paulo Sérgio, como treinador do Sporting Clube de Portugal.
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por Bruno Pires - 2010/04/19
Fotografia © José Coelho-Lusa
Treinador do V. Guimarães é o escolhido pela SAD leonina para a temporada 2010/2011.
Paulo Sérgio, de 42 anos, actual treinador do Vitória de Guimarães, vai ser o técnico do Sporting nas próximas duas temporadas, soube o DN junto de fonte bem colocada no processo.
As negociações foram concluídas no fim da última semana e, nas derradeiras horas, o treinador alentejano, nascido em Estremoz, informou a direcção vimaranense, liderada por Emílio Macedo, de que irá para o Sporting em 2010/11. O contrato entre os leões e Paulo Sérgio, apurou o DN, não será superior a duas temporadas e os adjuntos de confiança do treinador vão também seguir para Alvalade - Sérgio Cruz, Alberto Cabral e José Herculano.
O anúncio da contratação de Paulo Sérgio deverá ser oficializado ainda esta madrugada, em comunicação à CMVM.
Leia tudo sobre a contratação do sucessor de Carvalhal esta terça-feira na edição impressa do DN.
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José Capitão Pardal
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