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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

CARNAVAL DE ESTREMOZ - 2011

Realizam-se nos próximos dias 6 e 8 de Março, pelas 15 horas, os desfiles do CARNAVAL DE ESTREMOZ - 2011.

Não faltem.

Foto: Carnaval de Estremoz - 2009 (José Capitão Pardal)

Caros amigos e leitores

Aproveitem o fim de semana, desloquem-se a Estremoz e acompanhem o seu Carnaval.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Rede tecnológica arranca no Alentejo

In iGOV de 2011-01-13




Mais de vinte entidades do Alentejo e da Lezíria do Tejo uniram esforços para construir uma rede regional de ciência e tecnologia, co-financiada por fundos comunitários.

A iniciativa, cujo investimento ronda os 41,8 milhões de euros, destina-se a fomentar parcerias entre entidades científicas e empresarias, numa aliança que envolve 21 entidades, entre elas a Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo (ADRAL), que irá liderar o consórcio.

Segundo avança a Agência Lusa, o Programa Estratégico do Sistema Regional de Transferência de Tecnologia (SRTT) resulta de uma candidatura aprovada no âmbito do Programa Operacional do Alentejo, InAlentejo.

Para dia 26 está prevista a assinatura do protocolo de financiamento do SRTT na Universidade de Évora, uma cerimónia que deve ser presidida pelo ministro da Economia, Vieira da Silva.

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terça-feira, 4 de janeiro de 2011

INICIATIVA TRANSFRONTERIZA PARA POTENCIAR EL OCIO DE CALIDAD EN LA RAYA

Extremadura y Alentejo, paraíso de ´slow cities´



Un estudio elaborado por la Consejería de Agricultura propone crear una marca innovadora para fomentar el turismo sin prisas.

11/08/2010 REDACCION (Hoy.es)

Vender Extremadura y el Alentejo portugués como lugares donde disfrutar de cada minuto sin prisas.

Esta es la finalidad de las slow cities , un sello que certifica a las poblaciones donde se lleva una vida tranquila y con el que se pretende dinamizar el panorama social, cultural y económico del medio natural a ambos lados de la frontera a través del turismo.

Para ello, previamente la Consejería de Agricultura y Desarrollo Rural ha desarrollado un estudio para identificar las actividades de ocio y tiempo libre predominantes en el medio rural de toda la región y el Alentejo gracias al Programa de Cooperación Transfronteriza España-Portugal 2007-2013.

Su propuesta es crear slow cities --ciudades lentas--, donde se da preferencia a la tranquilidad, y fomentar agencias y escuelas de turismo activo, que ya han experimentado otras comunidades autónomas.

También se plantea la creación de centros acuáticos activos, de una red extremeña y alentejana de espacios ornitológicos, centros multiaventuras, parques de aventuras en los árboles o incluso impulsar una red de barrancos, entre otras, aprovechando el patrimonio natural de las zonas implicadas.

DIAGNOSTICO PREVIO Previo a estas conclusiones para impulsar el turismo de forma innovadora, la consejería ha realizado un diagnóstico completo de la situación, la oferta y la demanda que ha servido para conocer el perfil de este sector empresarial y la tipología de sus clientes, entre otros aspectos.

Además, se ha llevado a cabo un análisis de las potencialidades de los territorios implicados a la hora de implantar y desarrollar nuevos proyectos, así como de las experiencias innovadoras que se puedan emprender.

El turismo ornitológico, de naturaleza y multiaventuras y las actividades acuáticas son, según este diagnóstico, las actividades estrella de la oferta y la demanda turística en ambas regiones.

De hecho, recoge el análisis, en más del 50% de las empresas extremeñas la oferta de actividades y servicios de turismo activo y ocio y tiempo libre está integrada principalmente por talleres de naturaleza para niños, observación de aves y senderismo.

En el caso del Alentejo, junto con el senderismo, las actividades que cobran más protagonismo son piragüismo, orientación, multiaventuras y rutas en bicicleta.

En cuanto al perfil de los empresarios de turismo activo y ocio, en ambos territorios se trata principalmente de hombres de entre 36 y 50 años de edad y con un nivel de formación medio alto, como menor especialización en Extremadura frente a la zona portuguesa.

Fijándonos en la clientela, son en su mayoría grupos de amigos, familiares, escolares y parejas de entre 18 y 35 años los que más se interesan por estas actividades.

En el 87,5% de los casos son de procedencia nacional.

Todos estos resultados y conclusiones servirán de documento guía para todas aquellas administraciones y empresas del sector ya existentes así como para todas las personas emprendedoras del medio rural extremeño y luso, que quieran desarrollar una actividad empresarial en este sector.

Además de estas propuestas innovadoras, el estudio propone seguir apostando por el valor turístico de otros elementos de la región tan conocidos como la Vía de la Plata, las Vías Verdes, el Parque Nacional de Monfragüe o el Centro Internacional de Innovación Deportiva en el Medio Natural El Anillo, poniendo en valor todos aquellos espacios que son de interés en la materia y ofertando actividades ligadas a estos lugares emblemáticos.

El desarrollo de esta iniciativa se ha llevado a cabo en el marco del proyecto Deméter, puesto en marcha en colaboración con la Agencia de Desarrollo Regional del Alentejo (Adral), cofinanciado con fondos Feder y dentro del Programa de Cooperación Transfronteriza España-Portugal 2007-2013 (Poctep).

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domingo, 12 de dezembro de 2010

Regionalização: 5 federações assinam "Declaração de Évora"

Com a "Declaração de Évora", mais um passo foi dado na inevitabilidade constitucional de realizar a Regionalização.

E que tornará o Portugal da segunda década do século XXI, mais democrático, mais justo, mais culto, mais competente, mais rico e desenvolvido, enfim um Portugal Regionalizado e com uma única Região Alentejo.

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Regionalização: PS Algarve nas 5 federações que assinam "Declaração de Évora"

12-12-2010 15:41:00 in "Observatório do Algarve"

Os presidentes de cinco federações distritais do PS, entre eles Miguel Freitas, do Algarve, subscreveram hoje um documento em que apontam a reforma do Estado e administração pública, incluindo a regionalização, como “um dos instrumentos principais para superar a crise”.

O documento foi assinado pelos presidentes das federações distritais socialistas de Évora, Portalegre, Porto, Algarve e Setúbal, respetivamente, Capoulas Santos, Jorge Martins, Renato Sampaio, Miguel Freitas e Vítor Ramalho.

A iniciativa, intitulada “Declaração de Évora”, surge no âmbito de um fórum dedicado à regionalização e à interioridade, que terminou hoje naquela cidade alentejana, promovido pela Juventude Socialista (JS) e pela Federação Distrital de Évora do PS.

Em declarações à Agência Lusa, à margem do seminário, Capoulas Santos assegurou que o encontro e a “Declaração de Évora” pretendem “recolocar o problema da regionalização na agenda política regional e nacional”.

Os subscritores do documento, explicou, propõem-se a “estabelecer uma plataforma de diálogo e de troca de informações permanente, cujo primeiro objetivo é, naturalmente, debater as questões políticas e tendo como prioridade o combate à crise económica e financeira”, disse.

Os cinco líderes federativos do PS consideram ainda que “um dos instrumentos principais, precisamente, para contribuir para superar a crise é a reforma do Estado e da administração, incluindo a regionalização”, afirmou.

“Entendemos que é possível, com uma administração reformada, mais eficaz e próxima dos cidadãos, racionalizar recursos, ser mais eficazes e reduzir despesa pública”, argumentou Capoulas Santos.

Segundo o líder da Federação Distrital de Évora, que é também vice-presidente da Comissão Política do PS, este documento em prol da regionalização vai, agora, ser alargado aos 21 presidentes de federação distritais e regionais do partido.

“Este é o primeiro passo para que a componente regionalista do partido assuma uma posição mais forte no seio” do PS, que lhe permita “liderar e recolocar na agenda este importante tema da regionalização”, frisou.

Seguidamente, Capoulas Santos pretende que “este movimento transvaze para a sociedade”, assumindo que vai procurar “estabelecer contactos com os demais partidos políticos e com cidadãos e organizações da sociedade”.

O objetivo é promover “um debate sereno, tranquilo, que permita recolocar o tema na agenda e criar condições para o referendo”. Sobretudo, acrescentou, procurando que “esse referendo tenha condições de ganhar por larga expressão”.

“Estamos convictos de que os problemas da crise económica e financeira, das assimetrias e da interioridade, podem resolver-se com uma administração mais reduzida, mais eficaz, mas reformulada.

A criação das regiões implicaria, desde logo, uma redução drástica do Governo central”, disse.

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